sábado, dezembro 18, 2010

Você pode me ver do jeito que quiser, eu não vou fazer esforço pra te contrariar, de tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certa que uma delas, vai te agradar... Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés, e não faço outra coisa do que me doar, se causei alguma dor não foi por querer, nunca tive a intenção de te machucar... Se teu santo por acaso não bater com o meu, eu retomo o meu caminho e nada a declarar, meia culpa, cada um que vá cuidar do seu, se for só um arranhão eu não vou nem soprar...
(8)




AC

quarta-feira, dezembro 15, 2010

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O medo agora é constante, vontade de gritar e não poder, as vezes sinto saudades, e ela aperta o coração, ela me faz sofrer, ai então ela passa. Estranhos nas ruas, paassam por mim e me olham, com um olhar desaprovação, não gostam do meu jeito, da minha forma de andar. O meu escudo agora me atrapalha, ninguem mais consegue ver quem sou, julgam o livro pela capa, e isso tudo foi culpa da maldita dor, dor essa que agora ja se foi.
A cicatriz esta aqui, me trasformou. Me escondi pelo amor que não quero sentir, me escondi assim pelo desapego, Sabe ? aquele que quero praticar. Eu quero ser melhor, quero tentar ser melhor para alguem melhor!


Pollyaanab.
Eu já fui tanta coisa, já senti tantos sentimentos, e agora eu não sinto nada. Nada de diferente, só essa saudade . Saudade do desconhecido. Há um buraco no meu peito, e ele dói, ele mata. Eu cansei, da vida monótona, do acordar sem um sorriso por perto. Eu cansei, mas continuo, firme, não tão forte, mas firme. O problema é que já não sei mais pelo que estou lutando, eu já não consigo decidir entre continuar, ou parar por aqui. Talvez eu me machuque mais uma vez, só pra não perder o costume. Eu sei que isso tem mais chances de dar errado do que certo, mas como sempre eu estou aqui, dando a cara pra bater, pagando pra ver.

@pollyaanab